Sempre achei difícil começar, sou melhor do meio para a frente. E com este blog não foi diferente.
Surgiram desafios – o Moraes que o diga – quando o velho fantasma da tecnologia botou a mão no meu ombro e disse:
-Eu de novo.
É isso. Para mim a tecnologia nunca foi algo racional, matemático, científico. Tem mandinga no meio.
Meu computador caseiro é pré-histórico, mas até funciona legal.
Já o do trabalho, mais avançado e arrogante... Não foi com a minha cara. Estampou-me logo um ERRO FATAL e, daí para a frente, vivemos uma série de injúrias, discórdias e difamações. A máquina sempre dá a palavra final, travando o Word no meio do fechamento.
Quando o Paulo Briguet disse que eu tinha um blog no tipos, o velho fantasma retornou, agora gargalhando. Por isso este post tem um quê de exorcismo.
Ganhar um blog é como escancarar uma gaveta cheia de rabiscos incertos, anotações de bar, bilhetes sem sentido, frases descartáveis, pseudo-poemas e crônicas esquecíveis. De repente, essa produção ganha um holofote diário e domina o palco, para constrangimento do autor. Espero que, no meio disso tudo, algo escape. E se salve.
Discussões serão bem vindas. Ofensas serão miraculosamente transformadas em adjetivos como “supimpa”, “garboso”, “pão” ou “genial”.
O nome é provisório e a configuração também.
Queria agradecer as boas vindas, tem gente que não vejo há muito tempo, gente para se enturmar e gente que me agüenta não é de hoje.
Sunga, só pago em espécie e no balcão. Karla, manda ver. Ester, o seu primeiro post ficou ótimo.
E chega de lero-lero, que agora vai.
Publicado em 04 de fevereiro de 2005 às 23:58 por preto
Agora foi...